cirurgia refrativa

A Clinic Spot possui equipamentos de tecnologia avançada que  auxiliam o qualificado corpo clínico na identificação e tratamento de doenças oculares. A união de conhecimento, experiência e tecnologia avançada garantem resultados excepcionais para a sua saúde.

Também conhecido como anel de ferrara o anel intraestromal é uma técnica cirúrgica para a correção da curvatura da córnea. Esse procedimento é feito com a metade de um anel produzido com um material rígido que é implantado na camada da córnea.  Esse procedimento é indicado para portadores de ceratocone e na degeneração marginal pelúcida, em casos mais granves onde não é possível o uso de óculos ou a adaptação de lentes de contato especiais.

Como é realizada

A cirurgia é feita em um centro cirúrgico, com anestesia local ou sedação leve. O paciente tem alta no mesmo dia.

Recuperação

A recuperação leva de 3 a 5 dias e após isso o paciente pode voltar as suas atividades normais.

Pós Operatório

Para o pós-operatório do Anel de Ferrara, são utilizados no período de 15 a 30 dias colírios para que inflamações e infecções sejam evitadas. Alguns sintomas como olho vermelho, sensibilidade à luz e lacrimejamento podem ocorrer após alguns do procedimento.

A cirurgia refrativa é um procedimento relativamente simples por um aparelho com luz ultravioleta para remodelar suavemente remodelar suavemente a superfície da córnea e modificando sua curvatura para corrigir os erros refrativos de patologias, como a Miopia, a Hipermetropia, o Astigmatismo e a Presbiopia, fazendo assim com que haja redução ou eliminação da necessidade do uso de óculos e lentes de contato.

Na Spot são usados três tipos de técnicas diferentes. Que são elas:

  • PRK (Ceratectomia Fotorrefrativa):

No PRK a correção do grau é realizado através da aplicacao do laser na superfície da córnea. Este tratamento é indicado para pacientes que tem córneas mais finas, assimétricas ou são pacientes em geral mais jovens. É uma técnica muito segura, porém a recuperação visual é mais lenta. No pós operatório é fundamental evitar a exposição dos olhos ao sol por um período de 1 ano após a cirurgia. PTK (Ceratectomia Fototerapêutica)

        •    PTK (Ceratectomia Fototerapêutica)

O PTK (Ceratectomia Fototerapêutica) é uma forma de tratamento da superfície corneana utilizando o Excimer Laser com remoção uniforme de tecido. É indicado para o tratamento de doenças corneanas superficiais do epitélio e estroma anterior, como por exemplo, erosões recorrentes do epitélio, cicatrizes corneanas e distrofias. Além de remover as opacidades pode ser utilizado para regularização da superfície. Desta forma, o PTK é uma alternativa à remoção manual e aos transplantes de córnea.

  • LASIK (Laser Assisted In Situ Keratomileusis):

O LASIK é a técnica mais utilizada no mundo para correção de graus a laser, tanto para miopia, quanto hipermetropia, astigmatismo, e alguns casos de presbiopia. É realizado um corte ultrafino na camada anterior da córnea, o que permite a aplicação do laser na sua camada interna. Sendo assim, há menor superficie a cicatrizar, menos desconforto no pós operatório e a recuperação visual costuma ser rápida.

A  Facoemulsificação é um pequeno procedimento cirúrgico, onde a catarata é removida. A anestesia local usada é realizada com colírios e sedação.

Como é realizada

É feito uma pequena incisão em degrau de cerca de 2,5 mm na esclera ou na córnea afetada e com o uso de ultrassom o cristalino doente é fracionado em micropartículas e então é aspirado.

Uso de lente intra-ocular

Para compensar a remoção do cristalino que é feito durante o procedimento, é implantada uma lente chamada de intra-ocular, que é definitiva. Essa lente fará com que o paciente enxergue com mais nitidez e sem forçar a visão. O procedimento é bem rápido, cerca de 15 minutos e o paciente já pode ir embora no mesmo dia.

Resultados

Com esse procedimento a catarata é removida definitivamente, garantindo assim melhor qualidade de vida ao paciente. 

O implante de lentes intraoculares fácicas de câmara posterior é realizada em pacientes onde a cirurgia a laser não é recomenda, quem pode se beneficiar são pacientes com patologias como astigmatismo de até 6 graus, miopia de até 18 graus, hipermetropia de até 10 graus também pacientes com ceratocone.

Como é realizada

Com uma anestesia local a cirurgia é feita por uma pequena incisão para a implantação da lente. O médico cirurgião é o responsável em escolher a melhor opção, de acordo com a necessidade da correção do grau.

Resultados

Com esse procedimento o paciente não precisará mais usar óculos para correção da visão, a adaptação é feita em algumas semanas.  Os resultados são permanentes, a lente implantada é invisível a olho nu, garantindo satisfação e conforto ao paciente.

 

Nesse procedimento ocorre a troca da córnea doente por uma saudável de um doador do banco de olhos. As causas para a indicação de um transplante são para patologias como o ceratocone, ceratopatia bolhosa, úlcera de córnea, leucomas corneanos, herpes ocular, traumas como perfurações entre outros.

Tipos de transplante

Existem três tipos de modalidades para transplantes de córnea. No transplante de ceratoplastia penetrante onde toda a córnea é trocada. Já nos transplantes lamelar e endotelial somente uma parte da córnea é trocada. A modalidade é escolhida pelo cirurgião responsável e realizada de acordo com a causa.

Como é realizada

A cirurgia pode ser feita com sedação, anestesia geral ou local, dependendo da condição clinica do paciente. A alta é dada no mesmo dia do transplante com oclusão do olho operado.

Pós Operatório

Os cuidados pós-operatórios são fundamentais para garantir o sucesso do transplante, já que o resultado visual não é imediato. A sutura colocada, após o procedimento mantem a córnea doada no local correto e deve ser retirada de modo criterioso para manter os bons resultados da cirurgia, porém ainda assim o paciente poderá  ter a necessidade de usar óculos ou lentes de contato até o restabelecimento total da visão.

 

 

 

 

O crosslinking é um novo tratamento cirúrgico que permite aumentar a resistência da córnea deixando ela mais estável. Esse tipo de procedimento pode retardar ou mesmo interromper a evolução do Ceratocone ou condições semelhantes, evitando até a necessidade de um futuro transplante.  

Como é realizada

A cirurgia é minimamente invasiva e a anestesia é feita por meio de colírio à base de riboflavina (vitamina B), após isso é ativado por um feixe de luz ultravioleta. Isso estimula a contração e união das fibras de colágeno, o que aumenta a resistência da córnea e reforça sua estrutura, após isso é colocado uma lente que servirá como um curativo para a retina. A lente deverá ficar no paciente por 7 dias e após esse período retirada.

Recuperação

O paciente é liberado imediatamente após a técnica, pois é um procedimento simples e não há necessidade de repouso. Após a retirada da lente é comum sentir um desconforto nos olhos como ardência e dor leve a moderada, nesses tipos de casos remédios analgésicos são indicados.

Pós-operatório

Após o procedimento o paciente deverá usar um colírio antibiótico por sete dias e um colírio anti-inflamatório durante 30 dias.

A cirurgia de vitrectomia tem o objetivo de remover o gel vítreo, um fluido gelatinoso e transparente que ocupa a maior parte do globo ocular, evitando assim danos irreversíveis à visão. Ela é indicada em diversas doenças dos olhos, como o descolamento de retina, buraco macular; membrana epirretiniana; hemorragia no vítreo (acúmulo de sangue na cavidade vítrea); crescimento exagerado de novos vasos sanguíneos na retina; corpo estranho na cavidade vítrea após trauma ocular e a hemorragia vítrea, esta última, na maior parte vezes, causada pela retinopatia diabética.

Existem três tipos de cirurgias de vitractomia que são:

Vitrectomia posterior

Na vitrectomia posterior ou vitrectomia via pars plana são realizados três furos na esclera a 3,5 ou 4 mm do limbo por onde será realizada a vitrectomia, sendo realizada, na maior parte das vezes, com anestesia local.

A vitrectomia posterior com uso de laser é, geralmente, realizada em situações acompanhadas de rasgaduras ou de alterações vasculares verificadas na retina impedindo descolamento ou hemorragias secundárias.

Vitrectomia via pars plana

Vitrectomia via pars plana é um termo geral para designar um grupo de operações realizadas na cavidade vítrea que visam remover parte ou a totalidade do vítreo.

Vitrectomia anterior

A vitrectomia anterior, como o nome indica, é realizada através do segmento anterior, nomeadamente, através da córnea. Habitualmente, é realizada em complicações decorrentes da cirurgia de cataratas quando há ruptura da cápsula posterior, removendo pequenas porções do vítreo.

Pós-operatório

A recuperação pode durar várias semanas. A utilização de colírios (gotas) de antibióticos e anti-inflamatórios deve ser efetuada durante todo o tempo de recuperação.

Os Anti-VEGFs são medicamentos que interferem no mecanismo responsável pela formação de neovascularização subrretiniana, após estado de hipóxia intensa (falta de oxigênio). São injetados dentro do olho, no gel vítreo.

Indicações

Procedimento indicado para todas as doenças relacionadas à formação de vasos sanguíneos anômalos (novos vasos sanguíneos ruins) como degeneração macular relacionada à Idade, Retinopatia Diabética, Tromboses e Glaucomas de causa vascular. Esses quadros evoluem para melhora após terapia com drogas Anti-VEGF.

Procedimento

A cirurgia é realizada em um centro cirúrgico, com anestesia local e sob sedação. O paciente tem alta no mesmo dia com oclusão do olho operado.

Trata-se da cirurgia dos olhos que tem como objetivo a drenagem e a diminuição da pressão intraocular (principal sintoma do glaucoma), evitando assim lesões graves ao nervo óptico.

Indicações

Quando não há um controle adequado da doença (glaucoma) com o uso de colírios, ou os mesmos não são tolerados pelo paciente. O procedimento tem como objetivo a redução da pressão intraocular e não a melhora da acuidade visual.

Procedimentos

Podem ser realizados diversos procedimentos. A trabeculectomia consiste na criação de uma fistula para drenagem do líquido interno do globo ocular (humor aquoso), direcionando-o para uma bolha externa. Desta forma, o excesso de líquido é lentamente escoado pela válvula quando a pressão atinge níveis acima do ideal. Mais recentemente houve um avanço nessa cirurgia, com o advento do express. Realizada sob anestesia local. Outro procedimento é o implante valvular, onde uma válvula que é colocada sob a conjuntiva mantém um ?tubo? na porção anterior do globo ocular , e esta se abre quando a pressão ultrapassa um nível ideal, temos a válvula de Ahmed, como um exemplo. Cirurgia realizada sob anestesia local. Já a ciclocrioterapia é indicada nos casos mais avançados, onde a acuidade visual está severamente prejudicada, o paciente apresenta dor ocular e níveis pressóricos elevados. Consiste na destruição parcial do corpo ciliar, que é a estrutura ocular responsável pela produção do líquido interno do olho (humor aquoso), resultando em queda da pressão. Também realizada sob anestesia local.

Em alguns casos de Estrabismo, a cirurgia corretiva poderá ser necessária. Quando o tratamento clínico com óculos, colírios e tampões oculares não forem suficientes para o desenvolvimento da visão durante a infância.

Como é feita

Consiste na alteração de posição dos músculos responsáveis pela movimentação ocular, com o objetivo de restaurar, na medida do possível, o paralelismo ocular e a visão binocular.

Pós-operatório

O pós-operatório é rápido e, normalmente, após cerca de 1 semana o paciente deixa de sentir o olho dolorido, sendo que a vermelhidão do olho desaparece até 3 semanas após a cirurgia.

A plástica ocular é uma subespecialidade dentro da oftalmologia, que trata dos problemas que envolvem as pálpebras, sejam eles de ordem patológica ou estética.

Indicações

Para corrigir imperfeições e defeitos de nascimento ou adquiridos nos anexos oculares (pálpebras, cílios, supercílios) , no próprio globo ocular e nas vias lacrimais.

Como é realizada

São variados e dependem do quadro do paciente. Inclui o tratamento de blefarite (acúmulo de secreção junto aos cílios), Terçol, calázio (inflamação palpebral causada pela obstrução sebácea), cílios que nascem virados para dentro do olho, entrópio ou ectrópio (inversão da margem palpebral para fora ou para dentro do olho), além da reconstrução das pálpebras devido a lesões ao redor dos olhos.

Chama-se cavidade anoftálmica a cavidade orbitária onde o paciente por qualquer motivo não contenha mais o globo ocular. As principais causas de uma cavidade anoftálmica são a perda do globo ocular por traumas ou doenças oculares graves.

Como é feita

É realizada uma adaptação de prótese ocular externa. Para que essa prótese possa ser adaptada, a cavidade deve ser acompanhada pelo especialista em plástica ocular que poderá indicar a melhor prótese e a eventual necessidade de cirurgias que irão permitir uma adaptação mais adequada ao paciente.

Fechar Menu
PRONTO ATENDIMENTO